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Ações mais que necessárias

28/09/2020 | Acontece nas empresas

Em tempos de covid-19, empresas do Rio promovem ações para a retomada do serviço de forma mais segura para funcionários e passageiros


Desde o início da pandemia, a Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado do Rio de Janeiro (Fetranspor), em parceria com os sindicatos e empresas vinculadas à federação, realiza ações que visam a qualidade do serviço e a prevenção dos riscos de contaminação. Em maio foi lançada uma campanha de comunicação com várias ações, entre elas a publicação de um Guia de Prevenção à Covid-19.

A campanha de comunicação, voltada para as empresas associadas à Fetranspor, visou orientar sobre os cuidados necessários a serem adotados pelo sistema de transporte por ônibus para prevenir a propagação do novo coronavírus entre seus colaboradores e passageiros. A ação contou com uma vídeoaula, ministrada por infectologista, com orientações quanto à higienização dos ônibus; spot de rádio; busdoor e cartazes para serem afixados no interior dos ônibus; peças contendo todos os protocolos sanitários, para divulgação em redes sociais; e o Guia de Prevenção.

Para o presidente executivo da Fetranspor, Armando Gerra Junior, as atividades são necessárias para transmitir mais segurança a todos que estão envolvidos no setor. “Essas ações são de extrema importância, neste momento em que as atividades começam a ser retomadas por vários setores em nosso Estado. Não só porque ajudam a diminuir o contágio pelo novo coronavírus, como por darem aos nossos passageiros, e também aos profissionais do setor, a segurança de que estão em ambiente higienizado, onde as regras de controle da pandemia estão sendo cumpridas”, pontua.

O executivo também reforça que “as pessoas que necessitam sair de casa precisam ter confiança no transporte de que se utilizam em seus deslocamentos. Queremos que se sintam seguras em nossos ônibus. A confiança em nossos serviços é muito importante na nova realidade em que vivemos, e a que todos estamos ainda nos acostumando”, conclui.

A campanha foi desenvolvida a partir de debates realizados conjuntamente pela diretoria de Mobilidade Urbana da Federação, pelo Comitê de Marketing e por representantes dos sindicatos filiados, que abordaram as mudanças necessárias, considerando a retomada das operações do serviço de transporte coletivo por ônibus e a necessidade de demonstrar segurança aos passageiros na utilização dos serviços oferecidos pelas empresas associadas.


Busdoor para ser fixado nos ônibus do estado do Rio

Guia de prevenção

O Guia de Prevenção à Covid-19, encaminhado para os sindicatos e empresas do Sistema Fetranspor no dia 8 de junho, detalha as ações a serem adotadas a partir da retomada das atividades econômicas. A publicação faz um breve histórico da crise provocada pela chegada do novo coronavírus ao Brasil e destaca as dificuldades que o segmento já enfrentava antes da pandemia e que agora foram agravadas pela crise na saúde e na economia. Além disso, fala sobre os desafios enfrentados dentro da nova realidade social. “As experiências de mudanças vividas pela sociedade neste período trouxeram diversos desafios para a mobilidade urbana na construção do “novo normal”. Uma das barreiras a serem superadas é justamente o receio de contágio pela covid-19 nos deslocamentos do dia a dia, o que irá requerer um trabalho conjunto da sociedade, dos gestores públicos e dos operadores de transporte”, diz o texto de introdução.

Clique aqui para baixar o Guia de Prevenção à Covid-19.

Rede Voluntária

A Fetranspor também está participando da iniciativa + Manutenção de Respiradores, uma rede voluntária que entrou em operação em março deste ano para realizar a manutenção de respiradores mecânicos sem uso e destiná-los a hospitais, ajudando no tratamento de pacientes da covid-19. A Federação passou a integrar a rede em junho, contribuindo com a doação de peças essenciais para a recuperação dos equipamentos.

Os respiradores mecânicos são fundamentais para o tratamento de pacientes com sintomas graves da covid-19. Entre eles a Síndrome Respiratória Aguda Grave, uma das consequências mais sérias da doença. A estimativa é que cada ventilador recuperado possa atender até dez pessoas durante o período da pandemia. Desde que entrou em operação, a rede já recebeu mais de três mil equipamentos e devolveu a metade recuperada.

Matéria publicada na Revista NTUrbano Edição 45, Maio/Junho.
 

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